Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 22/04/2021
De acordo com o a Lei nº. 11.445/2007, o saneamento básico é um direito dos cidadãos brasileiros garantido pela Constituição Federal que fornece água, esgotamento sanitário, limpeza urbana, drenagem, etc. Entretanto, ainda há lugares no Brasil desprovidos de serviços de esgoto, de água e de coleta de lixo e limpeza pública, como é o caso da Rondônia que apenas 4,9% da população possui rede de esgoto. Com tudo, é imprescindível que haja uma intervenção do governo brasileiro para que famílias que vivem nessas condições desumanas possam ter o asseguramento desse simples direito.
Sabe-se que a peste negra foi uma pandemia ocasionada pela falta de condições de higiene e saneamento básico, essa doença matou mais de dois terços da população. Ainda hoje, no Brasil, a falta de redes de esgotos tem contribuído para o alastramento de diversas enfermidades, principalmente nas regiões mais pobre como Norte e Nordeste, que estão causando a morte de 15 mil pessoas anualmente, segundo a ONU.
Em consequência ao enorme descaso do governo com a população brasileira, problemas como a falta de investimento e desigualdade continuarão a ser comuns em periferias e favelas. Com tudo, outro fator que contribui com esses problemas na segurança sanitária são o mau uso dos recursos e a falta deles. Em São Paulo, por exemplo, a aplicação incongruente de recursos resultou em uma crise hídrica do ano de 2014 até 2016. Dessa forma, as dificuldades na logística dificultam o melhoramento do saneamento.
Com base no exposto, é evidente que os desafios para melhorar o precário saneamento básico fagiliza a sociedade brasileira. Portanto, cabe ao Governo investir no financiamento da reestruturação de infraestruturas para que seja possível realizar as instalações operacionais de abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana, drenagem urbana, manejos de resíduos sólidos e de águas pluviais, com a finalidade de rezudir cada vez mais os números de óbitos proporcionados pela falta da segurança sanitária. Somente assim as famílias brasileiras terão o asseguramento da lei nº. 11.445/2007.