Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 11/04/2021
O sistema sanitário brasileiro encontra diversas objeções para a sua democratização. Sob esse viés, o Brasil sempre facejou de um péssimo sistema de salubridade, exemplo é o período Joanino que arrostou a problemática, já que a Capital do Brasil era marcada especialmente pela sua sujeira e falta de acesso à água potável, ocasionando assim, diversas verminoses.
Pode-se analisar que muitos despejos são abandonados em bairros pobres, eliminando assim o sistema de limpeza, o que agrava a democratização do saneamento básico, segundo o poeta Jerônimo Bento: “Aproveitar a continuidade dos problemas sociais é uma prática antiga do brasileiro sociedade “porque há empresas, que conseguem transportar o lixo em setores marginalizados do que indicar o destino certo, que costuma ser mais caro. Além disso, o desafio é a falta de conscientização da população sobre seus direitos, garantidos pela Constituição de 1989. A maioria dos bairros que não recebem esse tipo de atendimento são despossuídos de informação a respeito da aquiescência.
Diante da ineficácia do poder público, é preciso agir para mudar a situação do saneamento básico no Brasil. Para reduzir o impacto ao meio ambiente e proteger a saúde humana, o Ministério do Meio Ambiente, em conjunto com a Anvisa, deve promover a coleta adequada de resíduos e efluentes tratados, além de estabelecer um aterro sanitário compartilhado por municípios vizinhos e, portanto, não contribuiria para o efeito estufa efeito, ou com águas residuais em locais perigosos. Além disso, o Ministério das Cidades, em cooperação com o Ministério da Saúde, é responsável por prover infraestrutura sanitária, além de criar projetos de urbanização para a periferia, com coleta periódica de lixo e conscientizando a população dos riscos à saúde humana em caso de descarte impróprio.