Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 15/04/2021

Promulgada pela ONU em 1948, uma Declaração Universal dos Direitos Humanos relativos a todos os proprietários dignidade, seja na saúde ou no seu bem-estar social. Conquanto, o saneamento básico deficitário do Brasil impossibilita que à população desfrute desse direito universal, na prática. Seja pela negligência do Poder Público ou pela desigualdades regionais. Nessa perspectiva este desafio deve ser superado de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.

Em primeira análise, podemos ressaltar a negligência do Poder Público como um dos grandes agravadores dos afluentes, pois sem o devido tratamento o esgoto é diretamente jogado em rios, causando o fenômeno da eutrofização o qual desestabiliza toda uma cadeia ecológica. De acordo com o Sistema Nacional de Informação sobre Saneamento, apenas 50,3% dos brasileiros têm acesso à coleta de esgoto. É inaceitável que com a quantidade de tributos imposto ao brasileiro, ele não vai contar com o mínimo que o Estado tem o dever em oferecer.

Outroassim, segundo os dados do Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE) afirmam que 90% da população brasileira possui acesso à água mineral, mas cerca de 17% do total de domicílios não possui o fornecimento hídrico encanado, tendo acesso a esse recurso por meio de cisternas, rios e açudes. Nesse viés, as desigualdades regionais são marcantes, pois, enquanto as cidades mais desenvolvidas do país, como São Paulo e Rio de Janeiro, apresenta índices de tratamento de esgoto de 90%, outras capitais, como Belém (7,7%) e Macapá (5,5%), não gozam do mesmo privilégio.

Faz-se necessário, portanto, desenvolver medidas que visem mitigar o assunto em questão. Sendo assim, cabe ao Governo Federal investir mais em saneamento básico principalmente em lugares que taxa de tratamento de esgoto é baixa. Para que assim o saneamento básico possa melhorar nas cidades. Dessa forma, notar-se-à que implementação de tal medida melhora o esgoto do país.