Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 09/04/2021
A primeira lei de Newton (lei na inércia), afirma que todo corpo tende a permanecer em movimento, a menos que uma força atue sobre ele modificando o seu deslocamento. De maneira análoga, quando se discute no Brasil sobre os desafios para melhorar o precário saneamento básico, observa-se a aplicação deste princípio, uma vez que diversas complicações, agravadas pela desigualdade social e falha na eduação, permanecem no país sem que ocorram mudança. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro.
Num primeiro momento, é válido destacar que um dos maiores propulsores desse problema é a desigualdade econômica presente no país. Segundo o ideal Marxista, o Estado prioriza os interesses da classe dominante, menosprezando as necessidades das minorias, essa tese é comprovada quando se observa que maior parte dos investimentos do governo, nas obras de saneamento básico, são na periferia, haja vista que a população mais rica não sofre com problemas causados por más condições de higiene.
Ademais, vê-se que os baixos índices de escolaridade também interferem na solução desse problema, visto que pela falha na instrução recebida, há um precário conhecimento sobre importância das noções básicas de limpeza para saúde, o que leva a um comportamento passivo da sociedade em relação a precarização do saneamento básico brasileiro.
Portanto, indubutávelmente, mediadas são necessárias para solucionar esse problema. Nesse sentido, O Ministério da Eduacação deverá potencializar o sistema de ensino do país e, aliado à mídia propagar por meio de comerciais e palestras em instituições educacionas a importância do saneamento básico e os seus impactos quando negligenciado. Dessa forma será possível desenvolver uma força capaz de intervir neste movimento.