Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 22/04/2021
Durante o século XIV houve a pandemia da peste negra, sua propagação em massa se deve ao fato de não haver condições adequadas de limpeza pública durante este período, assim sendo, é de extrema urgência que atualmente o Plano Nacional de Saneamento Básico seja cumprido pelos governos Federal, estadual e municipal, levando salubridade para as diversas regiões com condições precárias de saúde pública no país.
Segundo o instituto Trata as melhoras pouco significativas são ocasionadas pela redução dos investimentos e a desigualdade na divisão da verba restante, em 2016 o investimento foi de 13,4 bilhões para 11 bilhões e desse valor 4 bilhões vai para São Paulo, onde a situação já é melhor.
Vale também enfatizar, dentro desta problemática que isso gera uma ausência dos serviços básicos de higiene coletiva e como consequência teremos uma alta nos números de doentes e uma baixa na expectativa de vida das áreas mais pobres e menos urbanizadas do país.
Entretanto, na expectativa de minimizar esses problemas em 2015, na ONU, o Brasil se comprometeu a universalizar serviços de saneamento em todo o país até 2030. Vê-se, portanto a necessidade de o governo federal efetivar um aumento no valor destinado a serviços de saúde pública e uma reorganização de quanto cada estado irá receber, visando um maior acesso dessas atividades e uma porcentagem menor de desigualdade a cada ano.