Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 10/04/2021

O sistema de saúde do Brasil encontrou algumas objeções à sua democratização. Sob esse preconceito, o Brasil tem enfrentado um péssimo sistema de saneamento, um exemplo típico é o problema enfrentado durante o período joanino, pois a capital do Brasil é caracterizada principalmente pela sua imundície e falta de acesso a água potável, o que tem causado várias espécies de vermes.

Além desse problema, outro desafio é a falta de compreensão da sociedade sobre seus próprios direitos, o que é garantido pela Constituição de 1989. Grande parte das comunidades que não recebem esse atendimento não possui informações tácitas.

Não há dúvida de que a atual falta de condições de saneamento básico está relacionada à expansão urbana acelerada. Sem planejamento e infraestrutura, o ambiente urbano torna-se caótico, agravando os problemas de saúde pública, por exemplo, devido à poluição da água. Em princípio, o Governo Federal aprovou a Lei de Saneamento Básico em 2007, que estipula a responsabilidade de cada prefeitura formular seu Plano Municipal de Saneamento Básico. Porém, conforme mencionado anteriormente, o crescimento populacional na última década não só afetou a falta de coordenação entre os governos estadual e municipal, mas também impediu o desenvolvimento dos serviços de coleta de esgoto no país.

Dada a ineficiência do poder público, a tomada de medidas é fundamental para mudar a situação básica de saúde no Brasil. Para reduzir os impactos ao meio ambiente e proteger a saúde humana, a Secretaria de Meio Ambiente do Município de Anbiza deve promover a coleta adequada de resíduos e esgoto tratado e estabelecer um aterro sanitário entre as cidades vizinhas, não contribuindo para o efeito estufa. Afetam ou descarregam o esgoto em local inseguro. Além disso, o Ministério da Cidade tem a responsabilidade de cooperar com o Ministério da Saúde para fornecer infraestrutura de saneamento.