Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 22/04/2021
O sistema sanitário brasileiro encontra diversas objeções para a sua democratização. Sob esse viés, o Brasil sempre facejou de um péssimo sistema de salubridade, exemplo é o período Joanino que arrostou a problemática, já que a Capital do Brasil era marcada especialmente pela sua sujeira e falta de acesso a água potável, ocasionando assim, diversas verminoses.
De acordo com a geografia científica só é considerada metrópole cidades que além da população minima tenha condições de prestações de serviços. A maior probabilidade de uma cidade ser bem estruturada geralmente está relacionada ao seu planejamento,o Brasil não é um país planejado e a formação das cidades foram de maioria de forma espontânea,excerto Salvador e Brasília, pois uma foi planejada por Tomé de Sousa para ser a primeira capital do Brasil e Brasília planejada para ser a capital do Brasil atual e moderno. Essa maioria espontânea remete aos problemas urbanos e principalmente de saneamento básico, sendo ele uma questão que já deveria ser resolvida, entretanto com o números de pessoas chegando nas cidades a tendencia é somente aumentar. O Estado tem a obrigação de fornecer aos cidadães a condição básica para sua sobrevivência, o que não está sendo visto nos últimos anos, pessoas vivendo em ambientes precários com por falta de saneamento.
Além disso, há diversos problemas de logística na aplicação do saneamento básico. Em São Paulo, por exemplo, a aplicação indevida de recursos resultou em uma crise hídrica de 2014 a 2016. Já na Região Norte, principalmente nas populações ribeirinhas, o uso direto dos rios em relação ao consumo e a liberação de excrementos dificulta a implantação de encanamentos, limpeza, purificação, entre outros. Dessa forma, dificuldades na logística dificultam o melhoramento do saneamento. Portanto, os problemas de segurança sanitária são causadas por falta de recursos e pelo seu mau uso. Dessa forma, é necessário que o Estado possua um plano de reestruturação de infraestruturas. O mais importante é o encanamento de esgoto e o seu tratamento em estações especiais. Mas também é importante a filtragem e o tratamento da água. Entretanto, tais investimentos não podem ficar nas regiões centrais ou de elevada renda, tem de ser investimentos em regiões com os maiores índices de mortalidade infantil, gravidez, doenças e desigualdade econômica e social.