Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 13/04/2021
A lei de número 11.445, promulgada no dia 5 de janeiro de 2007, estabelece as diretrizes nacionais para a politica federal de saneamento básico. Sendo assim, há a designação de instalações operacionais para que seja cumprido os objetivos estipulados pelo decreto. Entretanto, no Brasil no período de 2011 à 2013 apenas cerca 50% dos esgotos eram recolhidos e cerca de 40% eram tratados, não contentes em ter uma infraestrutura precária, somente 83% das pessoas tinham acesso a água tratada, de acordo com os dados fornecidos pelo g1.
Em primeira análise, podemos ressaltar a negligência do Poder Público para com a distribuição de água tratada na extensão do territorio Brasileiro de forma igualitária. Por conseguinte à água utilizada no cotidiano tem um destino incorreto, prejudicando os rios e seus afluentes causando o fenômeno da eutrofização o qual desestabiliza toda uma cadeia ecológica
Outrossim, o geógrafo Milton Santos, classificava o território nacional brasileiro em espaços opacos e luminosos, segundo o qual o luminoso tem maior atenção do Governo e os opacos são menos contemplados. A partir dessa reflexão, percebe-se que o pensamento do geógrafo está correto, porque os que mais sofrem no Brasil com a falta de políticas públicas que visam melhorar a higiene básica são os mais pobres.
Portanto, que é imprescindível a mitigação da problematica.Sendo assim, o Governo Federal deve criar projetos em faculdades, o qual promova incentivos a novas ideias sustentáveis que possam gerar efluentes em energia e fertilizantes, por meio de biodigestores e investir em instalações de tratamento púlblico, a fim de que assim haja novas possibilidades de lidar com o saneamento básico. Desse modo, à nação se distanciará da escuridão e se tornará totalmente luminosa.