Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 14/04/2021
De acordo com o artigo 6 da Constituição Federal de 1988, o saneamento básico é direito de todo e qualquer cidadão, por afetar diretamente a saude dos mesmos. De acordo com o site childfundbrasil o plano de universalizar o atendimento a água e o esgoto era 2033 mas com a mudança dos indices de inflação e o crescimento do PIB essa estimativa mudou, e o plano de atendimento a água foi para 2043 e o de esgoto foi para 2054.
A fim de mostrar essa problematica, o jornal “O Tempo” trouxe dados de uma pesquisa realizada em 2018 onde apenas 53,2% da população tinha acesso à rede de esgoto, sendo que somente 46,3% do esgoto gerado é tratado efetivamente. Tambem fizeram a relação de pessoas que tem acesso a rede de atendimento de água e encontraram o valor de 83,67% da população, ou seja, 16,33% da população não recebe água ou recebe água em situações inadequadas.
Certamente é necessário que o problema seja resolvido com urgência, porém como diz Martin Luther King “Todo o proresso é precário, e a solução para um problema coloca-nos diante de outro problema.”, essa citação se encaixa perfeitamente quando fala-se do precário saneamento básico brasileiro, pois é um problema que o progresso anual é extremamente baixo e o número de pessoas que tem diversos problemas por não terem o tratamento da água e do esgoto adequado ainda é exorbitante.
Portanto, medidas devem ser tomadas para melhorar o precário saneamento básico brasileiro, o governo estadual, municipal e federal juntamente com a OMS devem agilizar o alcance de pessoas que necessitam do atendimento de tratamento de água e esgoto adequados, para reduzir doenças e a vida precária da população.