Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 17/04/2021
Hodiernamente,muito se discute sobre a precariedade do saneamento básico no Brasil, no qual, é um dos problemas que mais assolam o país, que segundo o Ministério das Cidades, em 2013, apenas 30% dos municípios brasileiros tiveram acesso a recursos federais para saneamento básico. De acordo com o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, o atendimento com rede coletora de esgoto chega a 48% da população e apenas 38% do esgoto são tratados. As prefeituras dizem que as maiores dificuldades são a falta de dinheiro e de mão de obra capacitada para fazer o plano de saneamento.
Em primeiro Lugar:o saneamento básico constitui-se como o conjunto de infraestruturas e medidas adotadas pelo governo a fim de gerar melhores condições de vida para a população. No Brasil, esse conceito está estabelecido pela lei nº 11.445/07, compreendendo o conjunto de serviços estruturais de abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos e limpeza e drenagem de lixo e águas pluviais urbanos,Em linhas gerais, podemos dizer que nos últimos 20 anos a difusão dos serviços de saneamento básico no Brasil conheceu profundos avanços.
Em segundo lugar:diferendos honestos são muitas vezes um sinal saudável de progresso(Mahatma Gandhi).As desigualdades regionais nesses quesitos são marcantes. Enquanto as cidades mais desenvolvidas do país, como São Paulo e Rio de Janeiro, apresentam índices de tratamento de esgoto de 93%, outras capitais, como Belém (7,7%) e Macapá (5,5%), não gozam do mesmo privilégio. Além disso, há também uma desigualdade intraurbana (ou seja, dentro das cidades), com ausência de serviços de água, esgoto e até eletricidade em periferias e favelas.
Em virtude dos fatos é mister que Ministério da Saúde e o Ministério da Economia, der mais investimentos no sistema de saneamento básico,no qual, possa prover água e esgoto tratado para a população e previnindo o contágio de doenças que estar presente no esgoto.