Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 11/04/2021

Coléra, Leptospirose, Teníase e Esquistossomose são exemplos de doenças decorrentes da falta de saneamento básico. O que impede o desenvolvimento igualitário da população brasileira e acarreta o apartamento de água potável, limpeza, esgoto tratado, saúde. Portanto, há uma enorme deficiência nesse âmbito no Brasil. Impasses como a falta de investimento e interesse governamental são comuns em regiões humildes. Dessa forma, é necessário intervenções para que esse cenário mude para a diminuição da desigualdade social.

Em primeira instância, pode-se analisar a negligência política como um dos atores da ploriferação de doenças, pois com a série de denúncias de corrupção e desvios de verbas, o povo fica sem o tratamento devido do esgoto e o a falta de coleta de lixo por falta de recursos monetários. De acordo com o Sistema Nacional de Saneamento, aproximadamente 50,7% dos indivíduos não têm acesso a esgoto tratado e coleta de lixo, o que ocasiona o lixão e valão a céu aberto que permite a transmissão de zoonoses.

Outrossim, o geógrafo Milton Santos, rotulou o território brasileiro em espaços opacos e luminosos, no qual o luminoso tem maior atenção do Governo e os opacos são esquecidos e ignorados. A partir dessa reflexão, percebe-se que o pensamento do geógrafo está correto, porque os que mais sofrem no Brasil com a falta de projetos  que visam melhorar a higiene básica são os mais pobres.

Portanto, são necessárias ações para reverter esse cenário. Os Ministérios da Saúde e Meio ambiente devem promover a coleta periódicas adequada de lixo e esgoto com tratamento e implantar um aterro sanitário compartilhado entre as cidades vizinhas, o que não contribuiria com o aumento de zoonoses, nem com o esgoto em locais inseguros. Para que desse modo, os desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro  comece a diminuir.