Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 13/04/2021

Desde os anos anteriores, existem, no Brasil, problemas de saneamento básico precário. Dizem-se, governadores de Estados, que fazem esse trabalho muito bem em todas as regiões e que tudo está conforme planejado, mas o que chama a atenção é que várias pessoas reclamam bastante disso, por quê? Por conta disso, deve-se analisar problemas sociais e políticos sobre isso.

Em primeiro plano, algumas estruturas de saneamento básico estão boas. Essas estruturas boas ajudam o determinado bairro/cidade a não ter esgoto nas ruas, por exemplo. Porém em vários outros lugares isso não prevalece e acaba por trazer alguns tipos de problemas, como o problema social que levam muitas pessoas de uma mesma população a desenvolverem riscos à saúde, tal como leptospirose e cólera. Além de levar a ter desigualdade social e poluição dos recusos hídricos.

Como problema político, pode-se pensar do porque políticos não investem muito nesse ponto. Apesar de ser um direito por lei, estudos apontam que apenas 46,3% do esgoto coletado é tratado. As prefeituras dizem que as maiores dificuldades são a falta de dinheiro e de mão de obra capacitada para fazer o plano de saneamento. Sem contar que, apenas metade da população, ou 53,2%, tem acesso à rede de esgoto, dados apontados pelo Ministério de Desenvolvimento Regional referente a 2018.

Por fim, é preciso concluir-se que, obviamente, a estrutura de saneamento básico deve ser corrigida. Como começo, os órgãos responsáveis precisam rever o método que utilizam para fazer funcionar esse quesito, tal como, primeiro olhar onde tem essas “falhas”, depois fazer uma estratégia de quanto dinheiro tem e assim ir fazendo os concertos necessários para que de pouco em pouco esses determinados órgãos ajeitem ou tentem ajeitar todos os bairros/cidades. Assim, em talvez um futuro próximo esse problema e em conjunto outros, melhorem para todos e como consequência, dê uma vida melhor para esses indivíduos.