Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 13/04/2021
Atividades como cozinhar, tomar banho, beber a própria água são indispensáveis para a sobrevivência humana. A Declaração Universal dos Direitos Humanos rege a proteção dos direitos humanos, fazendo com que se vivam com o mínimo de dignidade. Contudo, o precário saneamento básico do Brasil dificulta esse feito. Esse precário sistema de saúde possibilita, além de péssima qualidade de vida, fácil proliferação de doenças – e possível volta de doenças erradicadas.
Primeiro se analisa a educação da população, todos em conjunto possuem um papel fundamental para a boa convivência, ações como descarte correto de lixo e consciência na economia de agua são coisas indispensáveis para se ensinar tanto em casa quanto nas escolas. Por exemplo, ao unir comunidades para descartar lixo corretamente, bueiros seriam entupidos com menos frequência ou até mesmo isso nunca voltará a acontecer.
Em segunda análise, quase 100 milhões de brasileiros não têm acesso à coleta de esgoto de acordo com o Sistema Nacional de Informação sobre Saneamento. Isso ocorre quando governantes desviam o dinheiro para projetos fúteis ou inexistentes, deixando o setor de saneamento básico cada vez mais abandonado e precário. Mesmo estando escrito nos direitos humanos que todos devem ter uma vida digna, com o desvio de dinheiro dos líderes do estado, dignidade se encontra longe da realidade.
Por isso, é inadmissível que um dos sistemas mais importantes tenha tão pouca atenção. A população deve se juntar para destinar lixo e resíduos no local correto, ensinando a atual e as futuras gerações o descarte consciente. E aos governantes, constantes vistorias de trajeto do dinheiro devem ser feitas, além de alertas de problemas no saneamento em todo o país.