Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 13/04/2021
Em 1948, foi decretada pela ONU a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que certifica que todos os indivíduos possuem o direito de ter uma saúde e bem-estar dignos. Mas, na prática não funciona assim, o saneamento básico está cada vez mais precário no Brasil. Um dos fatores para essa falta é a desigualdade social no país por causa do governo que julga não ter condições financeiras para estas atividades.
Em primeiro plano, é válido analisar a desigualdade social que existe dentro do Brasil, onde muitas pessoas nas suas casas não recebem tubulações de esgotos e água tratada do jeito que deveriam receber, ou seja, os esgotos ficam correndo a céu aberto e as ligações de água incorretas são contaminadas. Dessas pessoas, a maioria são das classes de renda baixa.
Como mencionado, a população das periferias são as que mais sofrem com esse quesito e isso acarreta grandes problemas, como as doenças infecciosas. Essas doenças são causadas por vírus, parasitas, bactérias, que são elas, sarampo, leishmaniose, tuberculose e muitas outras. Em 2019, o Trata Brasil publicou uma nota onde dizia que 48% da população não possui rede de esgoto e que no Brasil é como se 5.650 piscinas olímpicas de esgotos fossem despejadas na natureza.
Dado o exposto, é imprescindível ter um saneamento e um ótimo tratamento para todos como um todo. Cabe ao governo, planejar de pouco a pouco uma solução como, criar poupanças de dinheiro para destinar a esse problema. Também cabe a população ter o seu direito de ir em busca de reuniões com os governantes para tratar sobre as dificuldades que isso traz e fazer com que eles vejam que é algo muito importante. O Governo Federal precisa utilizar os recursos financeiros que possuem para conceder o direito dessa sociedade de ter uma saúde e um bem-estar que precisam.