Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 13/04/2021
A pandemia da cólera aconteceu em séculos passados e ficou conhecida como “doença da miséria”. Tal fato levou a óbito milhares de pessoas, tendo como método de contaminação a água e manipulação de alimentos contaminados. Logo, se faz notório a falta de saneamento básico existente no Brasil desde tempos remotos, já que a negligência governamental e a desigualdade social coadunam-se para o agravamento desse entrave.
Em primeira análise, o descaso das autoridades ou a falta de interesse pelo assunto é preocupante. Segundo Thomas Hobbes é dever do estado garantir o bem estar social, fato esse que se faz contraditório quando ainda se é possível observar no país várias casas, periferias com uma vida miserável, sem ter se quer um saneamento adequado para toda população, gerando como consequência uma qualidade de vida precária.
Ademais, o mundo gira em torno do capitalismo, no qual a canção de As Meninas que diz “onde o rico cada vez fica mais rico e o pobre cada vez fica mais pobre” traz a ideia da desigualdade social de forma clara, que por falta de poder aquisitivo enquanto uns possuem uma fossa séptica em casa e poço artesiano outros usam os rios como esgotos e a água consumida é aquela proveniente da rua.
Portanto, ao analisar os fatos acima mencionados, cabe as prefeituras e a secretaria de obras (Atende ao governo a tudo que se refere a obra e serviços públicos) investir em todos os municípios investigando onde não tem saneamento e implantando o mesmo, com equipes preparadas. Cabe ainda a população a luta pelos seus direitos, saber que todos tem direito a saúde, moradia e todas as necessidades básicas, promovendo manifestos, para que assim a situação seja amenizada.