Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 18/04/2021
De acordo com o ministério do Desenvolvimento Redional, o Brasil possui somente 46% dos esgotos tratados e aproximadamente 48% da população não possui acesso a água tratada e/ou sem coleta de esgoto. Problema esse, que foi e é ocasionado pelo despreparo e má gestão a respeito do crescimento populacional não planejado nas cidades e ao desinteresse governamental na solução dos problemas que assolam a população.
Um claro exemplo é o rio Tietê, que apesar de ser o rio mais econômicamente importante de todo o estado de São Paulo, que é responsável por um terço do PIB do Brasil, sofre com o constante despejo contante de dejetos de modo irregular, que se tornou comum devido à ausência de uma rede de captação de esgoto no período da industrialização brasileira, que perdurou da década de 1930 até 1970.
Assim como em São Paulo, milhares de outras regiões sofrem com o destino indevido de efluentes, com isso, contaminando grande parte dos recursos hídricos das cidades em que somados a má distribuição, acarretam a ausência de água potável para as pessoas mais carêntes. Fator esse que poderia ser minimizado com mais galerias e o tratamento dos rejeitos que lá chegassem.
Destarte, compete ao goverrno municipal com auxílio do Estado o financiamento, na construção de redes de tratamento eficiente dos esgotos das cidades a condução correta dos mesmos, e juntamente a veiculos de comunicação, a confecção de propagandas voltadas para o uso consiente da água e o entupimento de bueiros por intemédio de lixos, como as possíveis doenças: hepatite A, leptospirose, cólera entre outras. Além da maior fiscalização de manânciais hídricos com o ministério do meio ambiente