Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 13/04/2021
Em 1890, Aluízio de Azevedo publicou o livro chamada “O cortiço”. O autor criticou as péssimas condições de vida dos moradores, como a falta de saneamento básico. Já no século XXI, houve o agravo na presevação ou modificação do meio ambiente para previnir doenças e sanear a saúde; por motivos de falta no planejamento básico(diferenças geográficas) e más gestores, gerando malefícios ao ecossistema brasileiro.
Em primeiro lugar, com o rápido processo de crescimento e expansão das cidades brasileiras ocorrido sem um planejamento básico adequado, junto a má gestão por falta de investimentos do governo em bons projetos e de falhas na administração de empresas- ocasionou a falta de saneamento. Adiante, para amenizar tais problemas cria-se em 2007, a lei 11445 que torna-se direito de todos os brasileiros o planejamento básico.
Por conseguinte, há a falta de informações sobre os próprios recursos, como a lei, por parte da população. Decerto, a constância do aumento gradativo de lixos, esgotos a céu aberto- expondo riscos à saúde da comunidade, como: leptospirose(doença causada pela urina do rato), dengue(mosquito infectado encontrado na água parada) entre outras doenças. Além de trazer prejuízos ao meio ambiente, como: degração do solo e florestas, poluições, entre outros danos.
Logo, medidas são necessárias para amenizar esse impasse. Empresas e arquitetos devem começar avaliar a estrutura do solo, índices pluviométricos, etc. Para que haja certeza no remanejamento das construções das fábricas. Outrossim, o Governo junto a ANVISA(Agência Nacional de Vigilância Sanitária) devem promover a coleta regular de lixo e a ampliação de recursos na área da saúde a fim da diminuição de prejuízos ambientais e evitar tais doenças.