Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 13/04/2021

Em 1808, com a chegada da família real ao Brasil, a Corte Portuguesa expulsa toda a população carente do centro do Rio de Janeiro, esses mudam-se para os cortiços, onde não havia saneamento básico. Esse fato ainda é comum no país, no qual há diversas cidades que não possuem um sistema de água e esgoto. Dessa forma, como existe uma falta de investimentos e planos para uma política de sanidade simples em todo território nacional, os habitantes desses locais são expostos a diversas doenças, o que prejudica diretamente a saúde desses indivíduos.

De início, é importante ressaltar que há muitos lugares no país sem um sistema de água e esgoto. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, cerca de 35% da população brasileira não tem acesso ao saneamento básico. Desse modo, é preciso haver mais investimentos e planos por parte do governo, que muitas vezes, não percebe que ao resolver esse problema irá solucionar diversos outros. Logo, é comum essa situação por existir desvio de dinheiro público, que deveria ser usado para benefícios da população, entretanto, não é. Com isso, várias pessoas sofrem com a negligência de políticos, por exemplo, levam uma vida exposta a falta de uma sanidade simples.

Como reflexo desses atos, parte da sociedade vive os prejuízos de não ter um sistema de água e esgoto correto. Assim, esses indivíduos têm contato com o lixo, dejetos e águas poluídas, que são locais foco de diversas doenças, como: esquistossomose, leptospirose e cólera. Dessa maneira, são enfermidades que possuem o ciclo de propagação interrompido quando há saneamento básico, porém sem ele as pessoas são cada vez mais contaminadas. Conforme Vandack Alencar, médico, os indivíduos que vivem em locais sem as mínimas condições de higiene irão adquirir diversas infecções. Dessarte, existem muitas complicações sem uma salubridade efetiva para a sociedade.

Portanto, medidas devem ser tomadas. Em vista disso, cabe ao Poder Legislativo, órgão responsável pela área, intensificar a Lei n*141, que é sobre os investimentos públicos para benefícios da polução, por meio do aumento mínimo do capital que deve ser disponibilizado para melhoria da higiene da sociedade, o saneamento básico, para assim existir mais locais que tenha esse mecanismo e também diminuir os problemas que são causados pela falta dele.