Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 21/04/2021
O saneamento básico é um conjunto de serviços compreendidos como: distribuição de água potável, coleta e tratamento de esgoto, drenagem urbana e coleta de resíduos sólidos. Os serviços de saneamento impactam diretamente na saúde, qualidade de vida e no desenvolvimento da sociedade como um todo. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística apenas 34% dos domicílios estão conectados à rede geral de esgoto ou possuem fossa, logo mais da metade das residências não possuem o mínimo de saneamento, ao mesmo tempo que as pessoas maiores que vivem nessas casas estão correndo risco de pegarem doenças.
Entretanto, o problema surge na medida que muitos dos eleitos acabam por não advogar a favor da criação das centrais de tratamento, justamente para não perder sua moeda de troca eleitoral, acarretando em uma morosidade estatal sobre o tema. E é justamente essa passividade governamental a força geratriz da precariedade estrutural das redes de distribuição e tratamento de água e esgoto por todo o país.
A falta de planejamento atinge diversas camadas da população, porém, estudos apontam que as classes de baixa renda são as mais afetadas, causando uma desigualdade social. Na periferia, devido à restrição do acesso ao saneamento, os esgotos sanitários e o lixo doméstico são frequentemente jogados nos rios sem qualquer tratamento, com isso, os rios ficam cheios de resíduos e com chuvas fortes causam como enchentes nas cidades.
Portanto, uma população deve cobrar pelo seu direito que é ter esgoto tratado e água limpa, exigida o Congresso, por meio de manifestações democráticas, para que o Governo Estadual, crie projetos que viabilizem o desenvolvimento do tratamento de esgoto e amplie o acesso a água água para todos os cidadãos. ONGs também relacionadas ao tema ajudar a instruir a população sobre medidas profiláticas.