Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 13/04/2021

O saneamento básico se for conceituado, pode se dizer que é um conjunto de serviços que englobam varios fatores, como por exemplo a distribuição de água potável, onde se prioriza a higiene básica e o compromisso constante da prefeitura para tratamento do local. Porém, com base em dados, o que menos ocorre no Brasil, e o empenho do governo municipal para o tratamento da higiene local.

Dados do Instituto Tetra Brasil, entre as 100 maiores cidades do Brasil, onde nelas habitam 40% da população, mais de 35 milhões de pessoas não tem acesso à água tratada e 100 milhões a coleta de esgoto nos locais onde vivem. O saneamento básico, caso não tratado, gera doenças como a cólera, leptospirose, Hepatite A, etc. De acordo com a lei “LEI Nº 11.445, DE 5 DE JANEIRO DE 2007.” estabelece as normas nacionais para o saneamento básico para que todos possuam tal direito de higiene, porém sabendo-se de vários problemas internos do Brasil, sabemos também como o governo brasilerio age nessas situações. O brasil gastou nesses ultimos anos cerca de 10 a 12 bilhões por ano em saneamento básico, e caso continue nesse ritmo, não terá sucesso na meta do plano de universalização do saneamento até 2033, conforme prevê o Plano Nacional de Saneamento Básico (PLANSAB).

Como resolução para a falta de importância do governo e da população sobre o saneamento básico, podemos citar campanhas governamentais para a população, passando tanto em televisões, tanto em outdoors pela cidade. Outra coisa a se resolver e a baixa administração das empresas estatais que estão envolvidas no tratamento do saneamento básico, que perdem dinheiro e, não possuem recursos para construir a infraestrutura necessária para que que todas as famílias sejam atendidas.