Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 13/04/2021

O precário saneamento básico brasileiro se mostra um problema antigo e que, com o tempo, estima-se estar ficando pior. Essa falta de higiene assolou a Europa Medieval com a Peste Negra, doença esta que levou mais de dois terços da população. Desse modo, se torna de suma importância a criação de medidas para que o Brasil não chegue nesse ponto.

Por falta de responsabilidade e empatia, as ações do governo impossibilitam a distribuição de renda para investimentos em nosso país todos os dias, o que deixa muitas pessoas sem as condições básicas para manter a qualidade de vida. No entanto, mesmo que sejam feitos investimentos nas áreas de saneamento e infraestrutura, incluindo instalações de saneamento básico, os investimentos devem ser feitos na vasta população sem esses recursos, principalmente devido à grande escassez e recursos financeiros insuficientes para atender a demanda.

Situações como tal apenas reafirmam que a desigualdade social está a mostra e o governo não age para mudar essa situação, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) há quase 15 mil mortes e 350 mil internações por ano em decorrência da falta de saneamento básico e 35 milhões de brasileiros não têm acesso a água potável.

Dada situação, vê-se necessária a intervenção rápida do governo investindo em obras que retirem o esgoto a céu aberto das cidades, fazendo com que o risco de doenças na população diminua. Com isso, urge a importância de um investimento em parceria com ONG’s para que o saneamento básico atinja áreas ainda mais pobres, dando não só o suporte monetário mas também psicológico e de saúde que precisam para que, eventualmente, seus direitos de saneamento básico sejam devidamente efetivos.