Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 10/04/2021

A palavra “saneamento” tem origem no latim sanus, que significa “de boa saúde, sadio”. Atualmente, ela é usada para designar serviços que promovem a saúde e melhoram a qualidade de vida das pessoas. Dessa forma, tornou-se relevante discutir os desafios para melhorar o precario saneamento básico brasileiro, cujas principais causas são as cidades cresceram com habitações irregulares, o que gerou diversos problemas sanitários e mesmo em áreas de classe média, preocupou-se mais no fornecimento de água do que na coleta e tratamento de esgoto.

De acordo com o descrito, de acordo com o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, mais de 80% da população tem acesso a água tratada, mas somente cerca de 50% da população tem coleta de esgoto. Quando se olha em questão de tratamentos aproximadamente 46% do esgoto gerado é tratado. São números abusurdamentes altos em relação ao assunto abordado.

A falta dessa infraestrutura assola principalmente quem vive nas áreas rurais, em pequenas cidades e nas vilas e favelas das grandes cidades. Na comparação, a região Norte é a que possui piores índices de saneamento, com apenas 3,5% dos municípios com esgotamento sanitário. Falta de estradas, escolas, postos de saúde e etc. Dentre os gargalos de infraestrutura existentes no Brasil, o saneamento é o que se encontra mais atrasado.

Diante do exposto, para combater a os desafios da falta de saneamento basico é necessário que todas as cidades devem garantir a universalização do acesso ao saneamento básico, ou seja, devem levar esses serviços a todas as residências que é um direito assegurado pela Constituição Federal e regulamentado pela Lei 11.445/2007. Para isso, os prefeitos das cidades deverão formar um grupo de voluntários do saneamento local e convidar os moradores e a prefeitura para ajudar com finalidade de organizar reuniões de estudo nos espaços da comunidade para melhorar o saneamento básico.