Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 02/07/2021
De acordo com a Constituição Federal de 1988, todos os cidadãos têm direito ao saneamento básico. Entretanto, tal prerrogativa não tem se reverberado na prática, quando se observa o saneamento básico brasileiro, por ainda ser um grande desafios para melhorar a precariedade desse serviço que deveria ser universalizado. Nesse âmbito, nota-se à negligência governamental e o aumento da desigualdade social do país.
Em primeira instância, vale salientar os inúmeros casos de doenças ocasionadas as pessoas que vivem em lugares que não existe salubridade pública. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) cerca de 15mil pessoas morrem de doenças ligadas a precariedade do saneamento básico, no Brasil. Não são apenas números, são pessoas que morreram por falta daquilo que é um direito constitucional a elas. Dessa forma, percebe-se que o descaso do governo é explícito ao serviço de asseio a nação. Ademais, o aumento da desigualdade social é notório, ao destacar as capitais, onde uma rua existe o serviço de higienização, enquanto outra está em pleno desasseio. Conforme o portal G1, no Sudeste, 78,3% da população tem seu esgoto coletado. No entanto, mesmo dentro das cidades dessa região há desigualdade, uma vez que a cobertura dos serviços não acontece de forma homogênea. Dessa modo, tal problemática reflete no aumento do desequilíbrio social.
Portanto, diante dos fatos mencionados, cabe ao Estado, através da Secretária Nacional de Saneamento, ampliar as políticas públicas de cada região, por meio de monitoramentos semanais para cada avenida no intuito de homogeneizar toda a população brasileira em relação ao tratamento de água, esgoto e lixo. Sendo assim, os desafios para melhorar essa adversidade será amenizado e os cidadãos terão o direito que é obrigatório, o saneamento básico.