Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 01/07/2021

Após o Êxodo Rural, houve grande crescimento da população nas cidades europeias do ocidente, o que levou a uma demanda não atendida por saneamento básico. Por isso, decorreu a epidemia da Peste Bubônica, o que propiciou piora na qualidade de vida da população. Em consonância, o Brasil atual enfrenta um precário saneamento básico. Dessa forma, isso ocorre seja por planos de saneamento insuficientes, seja pelo cômodo da população. Logo, torna-se essencial o melhoramento dessas políticas.

Convém analisar, de início, que existem políticas para o desenvolvimento da infraestrutura de saneamento, entretanto essas não possuem êxito. A exemplo, o Plano Nacional de Saneamento Básico (PLANSAB), que tem como objetivo o acesso universal ao saneamento, uma das metas do milênio, pela ONU. Contudo, vigora desde 2014 e não houve conclusão. Assim, no documentário “Ilha das Flores”, o qual demonstra uma população suprindo-se à base de um lixão, com isso, há uma piora na qualidade de vida, mostra a relação direta da limpeza com a qualidade de vida. Desse modo, projetos de saneamento e infraestrutura que sejam concretizados devem ser promovidos.

Além disso, pela responsabilidade do saneamento pertencer ao Estado, os cidadãos estão acostumados a não participarem a não participarem do melhoramento ou prevenção das infraestruturas de saneamento. Em síntese, tomando por base a Constituição Federal vigente no Brasil, recai, unicamente ao governo, o cargo de manter funcional essa estrutura. Dessa maneira, a população se exime da obrigação de manter funcional um serviço público e essencial. Enfim, os beneficiados por tal serviço precisam torar-se cautelosos ao bom funcionamento daqueles.

Portanto, explicitados os impasses para melhoria do saneamento e a necessidade desse precário fator, é imprescindível que esses sejam mitigados. Para isso, o Estado deve iniciar pesquisas por meio de um recenseamento consultando a população a fim de descobrir os pontos frágeis do saneamento naquele local, visto que cada região sofre por uma carência. Paralelamente, as escolas devem conscientizar os alunos desde sua formação, por meio da inserção do tema em aulas, para que esses preservem as estruturas de limpeza e, consequentemente, a saúde e o meio ambiente. Assim sendo, será efetivada um definitivo avanço da higiene, comparada ao da Europa antiga.