Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 01/07/2021

Segundo a Agência Nacional das Águas (ANA), apenas 43% da população é atendida por rede coletora e estação de tratamento de esgotos; 12%, por fossa séptica. Já 18% têm esgoto coletado, mas não tratado. Enquanto 27% não têm coleta nem tratamento de esgoto. O Brasil carece de saneamento básico, o que impossibilita o usufruto desse direito universal, na prática. n Nesse contexto, deve-se analisar a negligência do Poder Público e a educação da população.

Primeiramente, o acesso a instalações de saneamento básico é fundamental, é importante para a redução da mortalidade infantil e da transmissão de doenças, bem como para o desenvolvimento da educação, economia, turismo, descontaminação, saúde e outros fatores. Ainda que garantida pela Lei Maior, através de Lei de Saneamento Básico, segundo o Panorama de Resíduos Sólidos do Brasil, cerca e 59,7% dos municípios brasileiros não tem locais apropriados para descarte de lixos, e que, 76,5 milhões de brasileiros sofrem com essa destinação inadequada.

Além disso, é importante a ser desenvolvido é a educação da população. As pessoas precisam entender sobre o papel que elas têm para o bom funcionamento de trabalho e, em sequência, a proteção dos recursos naturais. Essas atitudes vão desde ao descarte correto do lixo até o consumo consciente da água.

Portanto, a conscientização deve ser feita desde cedo, em casa e trabalhos nas escolas. Quando os hábitos corretos forem formados na infância, as crianças crescerão e compreenderão a importância de proteger a natureza e usar a água com cuidado, em vez de desperdiçá-la. Também, o Ministério do Meio Ambiente e da Saúde junto ao Governo Federal e suas composições para se ter uma rigidez maior quanto a Lei de Política Nacional de Resíduos Sólidos, bem como uma concentração legislativa e executiva maior a efeito da Lei de Garantia de Saneamento Básico em regiões de qualidade estrutural periférica.