Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 30/06/2021

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos assegura a todos os indivíduos dignidade, seja na saúde ou no seu bem-estar social. Conquanto, o saneamento básico deficitário do Brasil impossibilita que à população desfrute desse direito universal, na prática. Nessa perspectiva este desafio deve ser superado de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.

Em primeira análise, podemos ressaltar a negligência do Poder Público como um dos grandes agravadores da poluição dos afluentes, pois sem o devido tratamento o esgoto é diretamente jogado em rios, causando o fenômeno da eutrofização o qual desestabiliza toda uma cadeia ecológica. De acordo com o Sistema Nacional de Informação sobre Saneamento, apenas 50,3% dos brasileiros têm acesso à coleta de esgoto. É inaceitável que com a quantidade de tributos imposto ao brasileiro, ele não possa contar com o mínimo que o Estado tem o dever em lhe oferecer.

Outrossim, o geógrafo Milton Santos, classificava o território nacional brasileiro em espaços opacos e luminosos, segundo o qual o luminoso tem maior atenção do Governo e os opacos são menos contemplados. A partir dessa reflexão, percebe-se que o pensamento do geógrafo está correto, porque os que mais sofrem no Brasil com a falta de políticas públicas que visam melhorar a higiene básica são os mais pobres.

Infere-se, portanto que para acabar com esses problemas o gverno deve criar progentos de saneamento como os mais importantes no caso e o melhorias no seu ecanamento e um tratamento mais supervisionado e em estalações propias para este tratameto. Desse modo, haja vista as problemáticas citadas, o governo deve aumentar os investimentos no saneamento básico, por meio de liberação de verbas para a melhora de tais áreas redijidas, dando uma melhora na vida dos cidadão.