Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 02/07/2021
A precariedade do sistema de saneamento básico é ainda um problema presente no Brasil. Deste modo, infelizmente, metade da população brasileira não têm o acesso pleno ou nenhum ao tratamento da água e do esgoto, sendo que, a Lei n° 11. 445 da Constituição Federal assegura o direito ao saneamento básico. No entanto, evidencia uma ineficiência presente na lei que deveria garantir a todos água potável e o descarte correto dos dejetos humanos evitando a proliferação de doenças. Portanto, em função da falta de investimento e planejamento de saneamento resulta em um sistema deficiente.
Em primeiro lugar, é importante destacar que a falta de investimentos é uma das principais causas, pois, o Estado brasileiro investe pouquíssimo neste setor. Assim, inúmeros locais possuem um serviço ineficaz que disponibiliza água tratada e elimina corretamente o esgoto. Logo, lugares mais carentes, como as favelas, são áreas propícias para o desenvolvimento e disseminação de enfermidades causadas pela ausência do saneamento básico. De acordo com o documentário “A realidade do Saneamento básico no Brasil”, mostra a realidade de inúmeras cidades brasileiras. Dessa forma, devido ao financiamento insuficiente está aumentando os desafios para alcançar uma sistematização que trata da água e coleta o esgoto de maneira plena.
Em segundo lugar, a carência de planejamentos com a finalidade de construir infraestruturas necessárias para a disseminação do serviço, acarreta a ausência de estações de tratamento. Neste sentido, sem a elaboração de um projeto com o objetivo de iniciar obras de coleta do esgoto, sucede em espaços com esgoto a céu aberto e as pessoas que moram próximas a estes locais correm o risco de ficarem doentes. Segundo a reportagem veiculada no site G1, “falta de acesso ao saneamento básico é realidade para milhões de brasileiros”. Dessa maneira, é preciso que o Ministério da Saúde tome atitudes para solucionar o problema.
Em suma, é necessário de o Ministério da saúde invista mais no setor de saneamento básico por meio do redirecionamento de verbas e faça planejamentos e projetos para a construção de estações de tratamento do esgoto e da água através de uma avaliação das situações de cada cidade e localidades que necessitam destes com mais urgência. Por conseguinte, com tais ações os problemas serão amenizados ou solucionados por intermédio destas ações.