Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 02/07/2021
O sistema de saneamento básico brasileiro, enfrenta graves problemas, mesmo constando como princípio fundamental segundo a lei Nº 11.445, de 5 de Janeiro de 2007. Uma vez que no ano de 2016 país contava com mais de 30 milhões de brasileiros sem acesso a água potável, e quando se trata de esgoto, apenas 48,1% e somente 44,9% era tratado, segundo dados coletados pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS).
Em virtude de um contexto histórico desfavorável quando analisado o investimento em relação a coleta e o tratamento de esgoto. O presidente executivo, do instituto que realizou o estudo citado acima, Édison Carlos disse: “O investimento estava estagnado e caiu. Além disso, desses R$ 11 bilhões de investimento nacional, cerca de R$ 4 bilhões são de São Paulo. Ou seja, esse valor oculta uma realidade, que é a concentração grande de investimento onde a situação já é melhor. O investimento é muito desigual”, através da fala do presidente executivo é possível concluir, não só, a queda no investimento além da má distribuição o que contribui para os altos números em relação à falta de saneamento básico.
Contudo, o impacto gerado pela falta de investimentos, e da distribuição pouco inteligente, é falta de água potável em casas e cada vez mais a porcentagem de água limpa que poderia ser utilizada para o consumo dessas família por falta de preparo e organização, além dos impactos ambientais gerados pelo esgoto lançado em rios, lagos e mares.
Portanto, é obrigação definida por lei que o acesso a um saneamento básico de qualidade tem de ser implementado pelo ministério público, que pode ser possibilitado por um investimento maior, dando utilidade aos impostos pagos pela população.