Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 02/07/2021

Comovente e alarmante, os diversos desafios enfrentados para melhorar o saneamento básico precário é motivo de preocupação no atual cenário brasileiro. Nesse sentido, tanto a negligência de investimentos governamentais nas questões sanitárias, quanto a ocupação de locais precários não propícios à uma coleta de lixo adequada ou sem tratamento de esgoto, podem causar a propagação de diversas doenças transmitidas pelos leitos de água não tratados. Logo, providências fazem-se imperativas para atenuar a problemática.

Em primeiro plano, nota-se que o atendimento da população com serviços de esgoto e de água potável ainda está bem longe de se tornar algo acessível à todos, e para tentar combater esse deslize, em 2007, foi criada uma Lei Nacional de Saneamento Básico ou, a Lei Federal nº 11.445 que, “estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico”. Porém, com a falta de investimento nesse setor, alguns espaços urbanos, principalmente os mais precários, são totalmente esquecidos nesse projeto.

Ademais, com o grande aumento da população e o descontrole habitacional, foram-se criando comunidades e locais instáveis para os mais desfavorecidos. Isto posto, junto a tal ocupação desordenada veio também a maior facilidade da disseminação de doenças transmitidas pela falta de cuidados salubres -tais como, amebíase, giardíase, teníase e outras-, contando que esses locais são mais descuidados pelo governo e não há a devida fiscalização sanitária.

Portanto, ações normativas são imprescindíveis para melhorar a questão do saneamento básico. Diante disso, cabe ao governo aplicar políticas públicas referentes à melhora do tratamento de água e de esgoto – mediante à campanhas, como a “Somos Mais Saneamento que teve a participação de várias organizações, tais quais a Associação Brasileira de Agências de Regulação (ABAR) e Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (ABAS) - afim de acabar com os problemas referentes a negligência higiênica e oferecer uma maior dignidade para pessoas necessitadas de amparos sociais.