Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 15/07/2021
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todo indivíduo o direito à saúde e bem-estar social. No entanto, quando se observa o saneamento básico no Brasil, hodiernamente, verifica-se que esse documento é constatado na teoria e não desejavelmente na prática, seja pelas doenças causadas, seja pela falta de investimentos.
Em primeira análise, é indúbitavel que a falta de um saneamento básico pode acarretar doenças, visto que, se o número da população que possui coleta de esgotos fosse maior, a taxa de internações em hospitais iriam diminuir drasticamente. Dessa maneira, percebe-se o quanto é necessário que esse benefício, que deveria ser um direito de todos, abranja toda a população.
Outrossim, vale destacar o quanto a escassez de investimentos torna-se prejudicial à população, tendo em vista que, muitos lugares não possuem saneamento adequado. Ademais, segundo o cientista Leonardo Da Vinci, a água é o veículo da natureza. Logo, torna-se imprescíndivel que ela seja necessário a todos como um direito básico.
Mediante os fatos supracitados, é imprescíndivel que medidas sejam retirados afim de sanar a problemática do saneamento básico brasileiro. O Ministério da Saúde juntamente com o Ministério da Infraestrutura, deve buscar investir no saneamento básico, por meio de tratamentos de esgoto e o fornecimento de água tratada para toda a população. Resultando assim, em menos pessoas doentes e internadas e também em áreas saneadas em todos os estados. Além disso, as redes hospitalares devem acompanhar o público proveniente desses lugares, a fim de que ocorra exames periodicamente, trazendo assim mais controle da situação e melhores condições de saúde.