Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 14/08/2021
No panorama atual, consta-se que apenas metade da população brasileira se beneficia do saneamento básico, um recurso que traz maior qualidade de vida e saúde para todos. A carência dessa sanidade é consequência de uma má distribuição do orçamento estatal e também a falta de interesse dos governantes para com as pessoas de menores rendas, logo a ausência desse fator leva a doenças para a população afetada.
Primordialmente, tem-se um saneamento básico insalubre pela decorrência da má distribuição do orçamento estatal, na qual a maioria dos grandes centros investem apenas 30 por cento de sua captação tributária, o que ocasiona a existência de maiores áreas com a falta de tais serviços como também, a falta desses já preexistentes. Em virtude disso há vários municípios em situações precárias de higienização, despertando ainda mais a alusão do livro ‘’Cidadão de papel’’ escrito por Gilberto Dimenstein.
Como também a falta de interesse dos governantes para com as pessoas de menores rendas se torna um cenário propício para que ocorra essa carência já citada. Em ‘’Vidas desperdiçadas’’ de Zygmunt descreve a condição de um ‘’homem nu’’ ou seja, pessoas que não detém de direitos, e é justamente como essas pessoas se sentem, sem importância. Essa falta de interesse, leva a vários cidadãos a obterem doenças como por exemplo, a cólera e a leptospirose, pela presença de esgotos a céu aberto e a inexistência de água potável.
A má distribuição do orçamento estatal somando se a falta de interesses público com os necessitados dificultam a acessibilidade do saneamento básico na sociedade atual. Para que tais obstáculos sejam superados o Governo Federal junto aos órgãos municipais priorizem e direcionem investimentos para contemplar as parcelas populacionais que carecem de tal serviços. Sendo assim as desigualdades serão atenuadas e os direitos, das demais parcelas, conquistados