Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 02/09/2021
No livro “Ensaio sobre a cegueira” do escritor José Saramago expõe um ambiente caótico, no qual toda população encontr-se infectada pela “cegueira”, não só física, mas também moral. Fora da obra, ao observar a fata de saneamento como um fato atual, nota-se como o Brasil assemelha-se a essa realidade vivida na literatura de Saramago, visto que, além do povo brasileiro estar inserido em um ambiente caótico, ele adota uma conduta passiva a problemática. Assim, torna-se fulcral analisar a negligência governamental e a proliferação de doenças como impulsionadores do ímpasse.
Precipuamente, consoante o sociólogo Thomas Hobbes é dever do Estado garantir o bem-estar da população, mas infelizmente isso não acontece no Brasil, quando leva em consideração ao número de pessoas que tem o devido saneamento. Para comprovar tal fato, o Brasil é o 4 país que mais produz lixo no mundo, de acrodo com o fundo mundial para natureza. Logo, mudar esse quadro é necessário.
Ademais, nota-se que males são provocados pela falta de saneamento, uma vez que pode causar mortes pela contaminação de doenças decorrida de água infectada. De acordo com pesquisas, mais de 80% do esgoto mundial é despejado no meio ambiente sem tratamento, segundo a ONU. Como subsídio argumentativo, o rio Tâmisa, mesmo sendo recuperado, toda semana retira-se dele 50 toneladas de lixo. Dessa maneira, casos como esse não podem ocorrer.
É mister, portanto, medidas para ampliar o saneamento básico no Brasil. Urge ao Estado construir galerias e esgotamento nas avenidas do país por meio de verbas oriundas do ministério de economia para que evite o esgoto “céu aberto” de repente. Cabe também ao poder público promover protocolos de higienização a população por meio de parceira com os postos de saúde dos devidos municípios. Quem sabe assim, com essas ações, o quadro do precário sanemanto reverter-se-á.