Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 17/09/2021
A Constituição Federal de 1988 afirma que é direito do cidadão possuir saneamento básico, contudo ocorre uma distinção da realidade. Muitas vezes, a inexistência desse saneamento acontece em áreas de populações de baixa renda e periféricas. Como também, a falta dessa sanidade pode ocasionar em doenças.
Em primeiro lugar, é importante mencionar a falta de salubridade nas áreas periféricas do país. Muitas vezes, as favelas não possuem água potável, tratamento de esgoto ou o descarte correto do lixo. Com isso, o contempo com esses serviços pode gerar inundações, enchentes ou deslizamentos em áreas de risco.
Assim como, a escassez do saneamento tem o potencial de ocasionar doenças, como a esquistossomose e a leptospirose. Do modo que, o problema da precariedade da sanidade acontece em lugares periféricos, as doenças também. Em muitos casos, o cidadão não percebe que está contaminado com essas viroses, como também ele não consegue o tratamento adequado.
Com isso, o ANA - Agência Nacional De Águas e Saneamento Básico - , por meio de ações do Governo, deve levar tratamento de esgoto, água potável e limpezas de ruas e rios para as áreas periféricas, com o intuito da melhor condição de vida e para a diminuição de problemas urbanos. Somado a isso, o Ministério da Saúde, por meios de médicos, deve realizar visitas em favelas para realizar exames e consultas com a finalidade de tratar possíveis doenças presentes. Sendo assim, os desafios do sistema precário de saneamento diminuiria.