Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 05/10/2021

Segundo o filósofo e matemático Thomas Hobbes, é dever do Estado assegurar o bem estar da população. No entanto, no pensamento supracitado, observa-se, na conjuntura brasileira contemporânea, devido a falta de incentivos fiscais e o crescimento acelerado da população, a escassez de obras de saneamento básico nas cidades, principalmente em zonas periféricas. Nesse viés, o empecilho, é inconcebível e merece um olhar crítico.

Imprescindível frisar, a princípio da importância governamental no impasse. De acordo com a Constituição federal de 1988, é assegurado o saneamento básico para o corpo social. Porém, a aplicação correta da Constituição, não é executada habilmente, visto que, o Governo Federal arrecada os impostos e investe em setores secundários da estrutura do Brasil, por exemplo, em construção de estádios e shopping, ademais, deixando a sociedade em uma condição sub-humanas e suscetíveis a doenças transmitido pelo tratamento de água errôneo, bem como o despejo do esgoto em locais indivíduos. Ademais, áreas de pouca atividade turística,  populacional, ou de déficit de contribuição do PIB nacional são as mais afetadas pelo imbróglio, pois os governos estaduais não possuem capital para a implementação do saneamento básico,  nem o apoio financeiro do Estado para suprir essa demanda. Logo, faz-se necessário de um maior incentivo fiacal estatal nos estados brasileiros.

Outrossim, vale salientar as consequências  do aumento populacional no óbice. Conforme o surgimento das cidades, nos anos 3.500 a.c, a concentração de indivíduos em um pequeno espaço era inevitável, uma vez que esses espaçamentos aproximavam-se do comércio, com a falta de conhecimento ecológico na época, o surgiemento de doenças mataram milhares de pessoas, como por exemplo a leptospirose. Consoante qo exposto, percebe-se que nos dias atuais essa prática ainda persiste, além disso com os avanços na ciência aumentam-se a expectativa de vida, porém a infraestrutura não evolui na mesma frequência, por conseguinte da densa burocracia por trás de políticas públicas. Por fim, seria omisso afirmar a inocência do aumento  demográfico na vicissitude.              Portanto, percebe-se que são necessárias mudanças capazes de mitigar o problema. Por isso, cabe ao Ministério do Meio Ambiente, em parceria com as ONGs, por meio de incentivos fiscais formecidos pelo o Governo Federal, arrecadados nos impostos pagos pela a conjuntura social, a realização de obras de saneamento básico, focando em áreas prefiricas, realizados pelo os estudantes de engenharia ambiental das faculdades públicas e privadas, para ter-se maior atividade dos cidadãos nos projetos públicos, ao propósito de diminuir os impactos causados pela a falta desses serviços. Dessa forma, terão assim, uma nação mais próxima do pensamento de Thomas Hobbes.