Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 13/10/2021
O saneamento básico é imprescindível à saúde da sociedade. Entretanto, apesar da sua importância, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento Regional, quase metade da população brasileira não possui acesso à rede de esgoto. Tal fato é resultado da falta de investimento do Governo e dos projetos mal elaborados quando são feitos, visto que inexiste especialistas na área no momento da produção; o que dificulta a melhora do precário saneamento básico no Brasil.
Sob esse viés, a Constituição federal assegura o direito à saúde para todos os cidadãos. Contudo, essa virtude não está sendo garantida, haja vista que o Estado negligencia essa problemática ao não investir de maneira adequada na construção de rede de esgoto, coleta de resíduos sólidos e no acesso à água limpa; o que gera um ambiente propício à proliferação de doenças de veiculação hídrica, por exemplo, febre tifoide, amebíase e hepatite infecciosa, comprometendo o bem-estar físico dos indivíduos.
Além disso, segundo o “BBC News”, jornal, o investimento empregado ao saneamento por diversas vezes não é bem aproveitado por causa de projetos mal desenvolvidos. A falta de profissionais especializados acarreta erros nos projetos à medida que o planejamento não considera fatores como: a estrutura do solo, índices pluviométricos e o crescimento da cidade. Por consequinte, é necessário um capital financeiro ainda maior que o previsto para poder reparar falhas que poderiam ser evitadas com a contratação de trabalhadores capacitados no assunto.
Portanto, cabe ao Governo Federal destinar uma quantia em dinheiro para o financionamento do saneamento básico, por meio da destinação de uma verba aos municípios, a fim de proporcionar os serviços fundamentais à manutenção da vitalidade das pessoas, bem como evitar a propagação de enfermidades advindas da carência dessa infraestrutura. Ademais, com o capital recebido. os municípios devem contratar funcionários qualificados na construção de projetos desse cunho, com o intuito de impedir ações errôneas, e consequentemente, diminuir as chances de que seja preciso um investimento maior do que o já destinado. Dessa maneira, os desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro serão aniquilados.