Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 15/10/2021

Na Idade Média, quando se observa os serviços de saneamento básico nos burgos, percebe-se sua alto precáriedade ou quase inexistência. Um cenário ainda visível em algumas regiões mais desfavorecidas do Brasil. Esse fato tem ligação direta com a Negligência estatal que gerou uma enorme desigualdade regional.

Em uma primeira análise, cabe ressaltar a ausência de órgãos governamentais para uma melhoria e democratização ao acesso do saneamento básico. Segundo Gilberto Dimenstein “Cidadão de papel”, o cidadão de papel seria o individuo que não tem seus direitos garantidos pelo Estado na prática. Logo, é notória, a falta de participação do Governo nessa realidade alarmante, que vem a gerar diversos problemas, como na saúde da população. Vale destacar, que em um período de dez anos, foram um total de três milhões de pessoas internadas devido à alta mundíce, segundo o SUS.

Outroassim, acarrentado pelo fator acima, o país sofre com uma desigualdade entre regiões muito alta. Nesse sentido, na decáda de setenta houve uma tentantiva de implantação de asseamento para todas as regiões, por meio do Plano Nacional de Saneamento. No entanto, foi abandonado em 1990 e não teve sucesso pois às políticas públicas eram regionalistas, que privelegiou as localizações centrais. Observa-se desde muito tempo a despreocupação com relação aos lugares mais carentes. Originando dois Brasil, um desenvolvido e outro precário.

Depreende-se, portanto, a necesssidade de resolver esse impasse. O Ministério da Infraestrura crie um mega projeto de inplantação de um sistema de saniamento básico de forma igualitária para todas as áreas brasileiras, por meio, de investimentos. Será o mais rápido possivel com a contratação de muitos funcionários. A fim de um país mais democratizado em seu saneamento básico.