Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 15/11/2021

Mediante pensamento aristótelico, o homem é um ser social, nesse sentido, o ser humano busca formar aglomerados de moradia desde o período neolitíco. Diante disso, para que as comunidades sejam responsáveis pelo bem estar dos indivíduos hodiernamente, é necessário que em todas as regiões exista um eficiente saneamento básico. Contudo, a desinformação do tecido social, paralelamente com a omissão estatal são desafios que ocasionam a não melhoria de tal infraestrutura brasileira, e ações devem ser efetivadas para mitigar essa conjuntura.

Em primeiro plano,  a não informação dos indivíduos contribui para não haja melhoria na estrutura básica. Nessa perspectiva, é direito de todos os cidadãos o acesso a limpeza das ruas, tratamento de esgoto e de água, entre outros serviços da comunidade, todavia, principalmente o corpo social residente nas periferias, não conhecem esses direitos e assim, não os exigem.

Outrossim, a omissão estatal contribui fortemente para que muitas pessoas não possuam acesso as redes de saneamento básico. Segundo o escritor Aldous Huxley, os fatos não deixam de existir só porque são iguinorados, nesse prisma, o governo, via de regra, não direciona o seu olhar as comunidades periféricas, consequentemente, muitos cidadãos que residem nas chamadas “favelas” não apresentam tratamento de esgoto, água potável e limpezas nas ruas. Dessa forma, mesmo o Estado iguinore, sobretudo, essa parte da população, esses indivíduos não deixam viver e fazerem parte dos altos índices de pessoas em situações precárias de saneamento básico. Logo, medidas para que a ausência governamental seja minimizadas são vigentes.

Portanto, é dever das ONGS, acolher os individuos que vivem em situações precárias de saneamento básico, a fim de que esses possam ter acesso a água potável e tratamento de esgoto e não vivam mais descaso. Somente dessa forma, existirá uma comunidade com o bem estar de todos.