Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 17/11/2021

Promulgada pela onu em 1948, a declaração universal dos direitos humanos assegura a todos os indivíduos dignidade, seja na saúde ou no seu bem-estar social. conquanto, o saneamento básico deficitário do brasil impossibilita que à população desfrute desse direito universal, na prática. nessa perspectiva este desafio deve ser superado de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.

Em primeira análise, podemos ressaltar a negligência do poder público como um dos grandes agravadores da poluição dos afluentes, pois sem o devido tratamento o esgoto é diretamente jogado em rios, causando o fenômeno da eutrofização o qual desestabiliza toda uma cadeia ecológica. de acordo com o sistema nacional de informação sobre saneamento, apenas 50,3% dos brasileiros têm acesso à coleta de esgoto. é inaceitável que com a quantidade de tributos imposto ao brasileiro, ele não possa contar com o mínimo que o estado tem o dever em lhe oferecer.

Outrossim, o geógrafo milton santos, classificava o território nacional brasileiro em espaços opacos e luminosos, segundo o qual o luminoso tem maior atenção do governo e os opacos são menos contemplados. a partir dessa reflexão, percebe-se que o pensamento do geógrafo está correto, porque os que mais sofrem no brasil com a falta de políticas públicas que visam melhorar a higiene básica são os mais pobres.

Infere-se, portanto, que é imprescindível a mitigação desse problema. o governo federal deve criar projetos em faculdades, o qual promova incentivos a novas ideias sustentáveis que possam gerar efluentes em energia e fertilizantes, por meio de biodigestores, a fim de que assim haja novas possibilidades de lidar com o saneamento básico, além de ser uma medida mais rápida. desse modo, à nação se distanciará da escuridão e se tornará totalmente luminosa.