Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 11/06/2022
Segundo um levantamento, de 2018, do Ministério de Desenvolvimento Regional apenas 52,3% da população brasileira tem acesso à rede de esgoto. Esse fato descreve o tamanho do desafio que é melhorar o saneamento básico no Brasil, que tem como maior entrave a falta de investimentos financeiros no setor.Além disso,tal desleixo propicia um aumento de casos de doenças relacionadas a escassez de tratamento de água no país.
Ademais, segundo a Confederação Nacional de Indústria(CNI), no período entre 2009 e 2014, o Brasil investiu em média 9 bilhões de reais no setor de saneamento básico que, segundo a Insituição, não era o suficiente para suprir com as necessidades da nação.Sendo asssim, o Estado brasileiro está contribuindo para que cerca de 35 milhões de brasilianos não tenham acesso a água própria para consumo , agindo de maneira contrária a lei 11.445 da Constituição Federal que garante ao cidadão o direito a um serviço de tratamento de água e esgoto decente.
Além disso, a falta de investimentos financeiros nesse setor ocasiona o aumento de ocorrências de enfermidades como Hepatite A,Leptospirose e Diarreia, uma vez que existem cidades no qual a água que as pessoas utilizam para consumo próprio não é devidamente tratada e por isso carregam bactérias e vermes adquiridos do meio externo.Assim, uma das principais vantagens em se investir em saneamento é a erradicação ou a diminuição da ocorrência de doenças na população já que atacariamos sua principal forma de disperssão.
Portanto, urge ao poder federal mais especificamente a Secretária Nacional de Saneamento(SNS) a um maior alocamento de capital na área de saneamento básico a fim de disponibilizar um serviço de suma importância para toda a população brasileira. Somente assim o Estado estará cumprindo com a lei 11.445 da Constituição Federal que garantir seguram o direito a água e esgoto tratados, e, também evitará o crescimento de doenças altamente nocivas para o corpo humano.