Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 02/10/2022

Na série 3% observa-se uma clara diferença entre classes sociais sendo notável, que a classe de menor renda sobrevive em uma situação precária de saneamento básico (entre outros requisitos), entretanto aqueles considerados 3% vivenciam o inverso da situação. Fora da ficção, a realidade apresentada não é diferente, visto que, no Brasi, famílias de baixa renda se encontram com pouco ou sem saneamento básico. Isso se torna alarmante por prejudicar a saúde além de trazer o foco para a sobrevivência e não para o viver.

Em primeiro plano, cabe ressaltar que de acordo com o IBGE a falta de saneamento básico atinge 60% da população carente e 24% da população com a renda equivalente ou superior a cinco salários mínimos, no Brasil. Sob essa lógica visualizamos que a situação acarreta em prejudicações à saúde. Tal ocorre, pela falta de água potável que impossibilita uma higiene adequada e até mesmo no preparo de alimentos que será efetuado o consumo da água não tratada. Por consequinte, o quadro apresentado precisa ser alterado.

Ademais, é importante salientar que essa população se encontra em estado de sobrevivência. De maneira na qual, tem-se como consequência doenças psicológicas pelo anseio de bem-estar da população. Fator que se alavanca por alcançar famílias de baixa que não possuem tempo e nem acesso fácil para o tratamento. Assim sendo, de suma importância que medidas interfiram na situação precária de saneamento básico no país.

Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para resolver a falta de saneamento básico no Brasil, o Ministério da economia deve inserir apoio financeiro e o SUS pode complementar com suporte para as famílias, a fim de trazer saúde e bem-estar à população. Somente assim, será possível o início de mudanças para o desafio da condição precária da falta de saneamento básico brasileiro.