Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 22/10/2022

A obra “O cortiço”, do naturalista Aluísio de Azevedo, retrata as péssimas condições vivenciadas pelos moradores de São Romão, uma vez que é denunciado a ausência de saneamento. Assim como no romance, esse cenário está se tornando comum na sociedade, visto que muitas comunidades não têm acesso eficaz ao tratamento da rede de esgoto. Nesse âmbito, o livro entra em sintonia com a nefasta perpetuação dos desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro, já que estão ligados ao legado histórico e à falta de investimento.

Primordialmente, vale ressaltar que o legado histórico de um país é de grande importância para determinar como será a estrura dele. Entretanto, apesar da excelência em ter uma pátria estruturada, fica claro que o Brasil cresceu suas cidades de forma desordenada e sem planejanto de saneamento básico, dado que grande parcela da população vive em condições precárias, agravando nos desafios para melhorar o serviço de esgoto nas comunidades brasileiras. Tais fatos foram abordados no estudo da arquiteta Ermínia Maricato, em que as características das nossas cidades têm a ver com raízes históricas, dessa forma, sendo mais difícil de combater os problemas do precário escoamento brasileiro.

Além disso, salienta-se que a falta de investimento na rede de esgoto está interferindo continuadamente nos desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro. Desse modo, pode-se afirmar que prova dessa ausência de contribuições financeiras para a melhoria das condições de vida da população é a persistência de problemas de saúde, originados pela precária rede de tratamento.

Nesse viés, é inadmissível que um governo como o do Brasil, que ocupa hodiernamente a 13ª economia mundial, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, não invista na melhora do saneamento básico do país.

Infere-se, portanto, que são necessárias medidas capazes de mitigar essa problemática. Dessa forma, cabe ao governo promover ações de combate ao precário escoamento brasileiro, por meio de campanhas mensais que limpem o esgoto das comunidades brasileiras, objetivando ampliar o investimento na melhora do precário saneamento básico. Assim, diminuindo os desafios enfrentados e evitando colocar em prática o romance naturalista.