Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 27/12/2020

No filme “o extraordinário” é retratado a experiência escolar de um garoto com má formação facial, assim sendo insultado todos os dias por sua aparência, infelizmente a narrativa não destoa da realidade brasileira na qual, não apenas, mas principalmente nas escolas por falta de participação até a maneira de como são tratados e representados quase sempre como indesejados e incapaz.

Em primeiro lugar, durante o século 19 pessoas com deficiência serviam em circos para que rissem de sua aparência, posteriormente considerado naturais, por vez o relato de Nayara Silva para o GUIA “Não sou diferente sou ser humano. A diferença é que tenho uma falha”, Trata-se do preconceito enraizado.

Em segundo lugar, o acontecimento revela as camadas históricas da maldade humana constantemente atrelada ao medo e à repulsa colocando-as como invalidas dentro da sociedade. A falta de conscientização sobre a importância da inclusão para os deficientes, assim se seguiu um trajeto de discriminação.

Portanto, o Ministério da Educação deve discutir formas de naturalizar suas condições de inclusão. Por meio de um projeto de lei a ser entregue à Câmara dos Deputados. Constando que as lutas do movimento irão ser analisadas e inclusas no ambiente em prol a melhoria de vida. Espera-se com essas medidas, os desafios para o combate ao capacitismo sejam freadas no Brasil.