Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 13/01/2021
Na Grécia antiga, a cidade de Esparta considerava os inapropriados ao treinamento militar incapacitados a conviverem na sociedade que, segundo o senso comum da época, deve ser vivida pelos aptos. O Estado, via assassinato, se desfazia dos que não atingiam os padrões físicos esperados. Séculos depois, a moral critã surgiu no ocidente, a humanidade começou a ver seus próximos como iguais e condições físicas não mais desigualavam pessoas socialmente. Já na idade pós-moderna, a discriminação ao capacitismo voltou a ser defendida, portadores de necessidades passam a ser vistos como atrasos sociais ou anomalias.
De início, cabe mencionar a teoria de Zygmunt Bauman, que diz: “Vivemos num tempo de modernidade líquida, quando qualquer minuto de interrupção para ajudar um próximo já é um atraso”. Destarte, em reflexo na sociedade, no momento em que um cadeirante ou cego precisa de assistência para embarcar num transporte público, por exemplo, os olhares alheios o exagam o como retardo do seu tempo em prol de alguém que mais atrapalha que ajudar o progresso da sociedade.
Ademais, a comunidade médica mundial, considera desde portadores de óculos para corrigir a visão ou gente com maior sensibilidade de péle à exposição solar como deficientes físicos. Logo, em virtude disso, a acentuada maioria da humanidade enfrenta o capacitismo. Porém, raízes do “darwinismo social” permeia o inconsciênte social. Sua filosofia se trata fundamentalmente em privilegiar os mai adequados.
Por fim, nota-se importancia de corretamente apaziguar as relações entre deficientes especiais e demais os cidadãos. Portanto, urge as assossiações comunitárias, via programas de convivência social, promover vizitas de deficientes especiais a escolas para conviverem, dialogarem e educarem crianças do ensino fundamental 1. Por finalidade, a medida supracitada poderá preparar as novas gerações a entenderem as diferenças e semelhanças entre indivíduos de maneira que, no futuro, empenhem-se em formar uma comunidade armônica entre ambos.