Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 25/12/2020

Em Esparta, na Grécia Antiga, ao nascer, o bebê era examinado por uma junta de conselheiros do estado, caso percebessem algo de errado, a criança era jogada de um penhasco direto para à morte. Contudo, esse é um comportamento antigo, mas as pessoas que portam alguma deficiênca ainda são vistas como inválidas e, além de sofrerem com a falta de acessibilidade, ainda precisam lidar com o preconceito da sociedade.

Assim, em sociedades capacitistas, a ausência de qualquer deficiência é visto como o normal, e pessoas com alguma deficiência são entendidas como exceções. Dessa forma, como tudo o que está fora do padrão que é imposto pela sociedade sofre preconceito, não é diferente com os indivíduos que têm algum tipo de deficiência. Logo, entre todas as discriminações, a pior é a falta de acessibilidade, pois isso afasta esses cidadões de direitos que deveriam ser garantidos pelo Estado.

De acordo com a constituição Federal, no artigo quinto, todos os indivíduos são iguais perante a lei, e têm como direito à liberdade, à igualdade e à segurança. No entanto, quando poucos lugares públicos são acessíveis, é possível perceber que há uma falha na aplicação dessa lei. Sendo assim, é preciso que medidas sejam tomadas para que essa população vunerável sofra cada vez menos.

Portando, tendo como objetivo incluir essas pessoas na sociedade para que sejam casa vez mais vistas e menos desprezadas, é de de extrema importância que os governos estaduais tornem os ambientes públicos acessíveis, como as escolas, praças e prédios, por meio de mudanças na sua estrutura, como a implementação de rampas, para que se tenha um melhor acesso por aqueles que necessitam. Também cabe às escolas terem profissionais qualificados para acompanharem os alunos que possuem deficiências como intelectual e psicossocial, para que tenham um melhor desenvolvimento. Dessa forma, é possível tornar o Brasil um lugar para todos de forma igualitária.