Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 27/12/2020

Desde a Grécia Antiga em meados do século V a.C, a então póli Esparta tinha como símbolo a guerra

e a força física, se tornando um os domínios mais temidos em toda a atual Grécia. Contudo,tal simbolismo refletia em práticas preconceituosas e desumannas, como o assasinato de qualquer criança nascida com deficiência física ou psíquica. Nesse sentido, o atual cotidiano dos deficientes é cercado do capacitismo que julga e impõe padrões. Tal problemática é intensificada pelo preconceito acerca da da capacidade individual e a falta de oportunidades para esse grupo social.

Em primeiro plano, o capacitismo se dá primordialmente pelo preconceito aos deficientes, que por sua vez são classificam e hierarquizam os indivíduos de acordo com as suas deficiências físicas e mentais. Segundo o filósofo e cientista Albert Einstein, “É mais fácio desintegrar um átomo do que um preconceito”. Destarte, entende-se a atual dificuldade vivida por milheres de brasilieros que são vistos como incapazes de exercer diversas tarefas. Nesse contexto, a frase deixa claro como o preconceito enraizado dificulta a convivência saudável entre a totalidade da sociedade brasileira.

Por conseguinte, a falta de oportunidades e alta barrerira de entrada para frequentar escolas, universidades e até mesmo uma vaga de emprego dificultamo o decréscimo do capacitismo no Brasil. Conforme a constituição brasileira criada em 1988,todos os cidadãos são iguais perante a lei e socialmente, sendo assim necessário garantir todos os direitos fundamentais sem haver discriminação. Entretanto, a ausência de planos de inclsão no mercado de trabalho e no ambiente social contribui para a estabilização do capacitismo no Brasil e o não cumprimento  de leis essenciais.

Logo, a partir de um plano nacional de projetos públicos, como a criação de bolsas de estudo em escolas e a isenção de parte dos impactos das empresas que ofereçam 20% das vagas de empregos à pessoas com deficiência, será possível diminuir os impactos do capacitismo no Brasil. Além dessas ações,uma campanha de conscientização em instituições públicas e privadas que salientam a importância da inclusão social da totalidade no corpo social brasileiro. Tais soluções devem ser tomadas pelo Ministério da Cidadania em conjunto com o Ministério da Educação, sendo assim o Brasil poderá se ver livre das amarras do capacitismo e a desigualdade.