Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 26/12/2020

Em 5 de outubro de 1988, foi promulgada a Constituição que se encontra em vigência no Brasil, a qual garante direitos sociais, como ao bem estar social. No entanto, ainda existem problemas para combater o capacitismo brasileiro, o que impede que tais vítimas usufruam de tal direito. Ademais, é visível que o preconceito e as barreiras sociais são agravantes dessa problemática.

Primeiramente, vale ressaltar que, o preconceito não é algo novo. Na Grécia, cidade estado de Esparta, o recém nascido que tivesse alguma forma de deficiência era sacrificado, já que era visto como incapaz. Diante disso, fica evidente que esse pensamento preconceituoso está enraizado historicamente nas pessoas. Somado a isso, temos atitudes que fazem com que as opotunidades não sejam iguais para todos, devido alguma condição especial da pessoa. Consequentemente, atitudes que excluem pessoas deficientes de possíveis empregos e experiências de vida.

Além disso, essa exclusão acaba por aumentar as barreiras socias para esses indivíduos. Segundo uma pesquisa realizada pela fundação ‘‘Ruderman Family Foundation’’, apenas 50% dos programas televisivos norte-americanos, têm personagens com algum tipo de deficiência. Com isso, é notório que existe uma preferência em não ilustar tal condição, já que é visto como algo incapacitante e não apenas diferente. Por conseguinte, infelizmente fica clara a exclusão dessa parcela da sociedade, os tornando invisíveis.

Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para combater esse capacitismo. Desse modo, cabe ao Minitério da Educação em parceria com o Ministério da Cidadania, realizar nas escolas, públicas e privadas, capanhas de concientização com vídeos educativos e apostilas, por intermédio de professores e especialistas, para que os alunos vejam que essa condição especial não é algo limitante e sim apenas diferente, e no decorrer disso criem discernimento e visão crítica própria. Seguindo esses passos, o país alçará a uma verdadeira Democracia de Direito.