Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 26/12/2020
Durante o Governo de José Sarney, por volta de 1988, foi promulgada a nova Constituição do Brasil, que garante a toda população brasileira seus direitos fundamentais. Deste modo, a inclusão e os direitos de pessoas com deficiências físicas ou mentais, deveriam ser mais abrangentes e respeitadas em todo o território nacional. Sendo assim, o combate ao capacitismo, discriminação e violência com deficientes, se torna uma urgência e um desafio para todo o país.
Em primeira análise, é possível destacar que pessoas com deficiências físicas possuem uma invisibilidade dentro do intimo social. Com isso, a falta de acessibilidade e de oportunidades inferidas a essas pessoas são grandes, tanto no meio trabalhista quanto na sociedade no geral. Desta forma, os jogos paraolímpicos, ocorridos a cada quatro anos, quebra estes estigmas, em que deficientes físicos ou mentais não podem viver normalmente como qualquer outro indivíduo. Desta maneira, compete a toda sociedade a integração dessas pessoas ao meio social.
Ainda convém destacar a prática do capacitismo no Brasil, como já mencionado, é o ato de discriminação e de violência com pessoas deficientes. Durante o século XIX, atitudes com essas eram comuns em casa de shows e em apresentações culturais nos circos, revelando a maldade humana com quem é diferente entre uma maioria. Por conseguinte, comemorando o dia internacional das pessoas com deficiência, tem como finalidade a conscientização de algum grupo social que tem como prática o capacitismo.
Portanto, em virtude do que foi mencionado acima, os desafios para o combate ao capacitismo são predominantes, desse modo é fundamental uma ação conjunta do Ministério da Cidadania com a sociedade. Compete a todos os cidadãos a erradicação destes atos de discriminação e de maldade com aqueles que apresentam alguma deficiência, fazendo a inclusão desses à sociedade. Ao Ministério da Cidadania juntamente com o Governo Federal, cabe a eles a garantia à acessibilidade, aos direitos e a inserção dos deficientes dentro do meio social, com a finalidade de que se cumpra aquilo previsto na Constituição Federal.