Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 26/12/2020

Na Grécia antiga, era comum o hábito de sacrificar crianças que nasciam com algum tipo de deficiência física, também são comuns relatos de crianças mortas em comunidades indigenas, por nascer com alguma deficiência que a incapacite fisicamente. Na atualidade, é comum a dificuldade que as pessoas com deficiência, encontram para se inserir na sociedade. Mesmo com leis jurídicas, o próprio Estado não possui fiscalização efetiva, além disso o acesso as escolas, universidades e empregos, ainda é baixo.

“Nenhum homem é uma ilha isolada”, já dizia John Donne, tendo em vista que, uma sociedade não deveria isolar ou afastar pessoas que possuem deficiências físicas. Não obstante, o próprio estado com leis que não são tão efetivas comprovam esse isolamento, já que o próprio já revogou as cotas para pessoas deficientes em empresas, retirando-se assim o acesso e dificultando a empregabilidade dessas pessoas.

Também é comum a falta de acesso a diversos lugares, a exemplo de: escolas, universidades, lojas, lojas, e outro lugares de circulação comum de pessoas. Com efeito, é pouco comum que deficientes frequentem lugares assim, sem rampas de acesso, sem tradutor de libras na maioria das escolas e universidades, sem material em braile, e esses são apenas alguns dos fatores que impossibilitam o acesso e uso do ambiente, apesar de leis que garantem o acesso, em sua efetividade elas não são cumpridas.

Portando, o Estado que é garantidor dos direitos básicos, deveria prover uma fiscalização mais rígida, para que os locais atendam as reais necessidades de uma pessoa incapacitada fisicamente, assim como estabelecer políticas públicas que incentivem a empregabilidade de pessoas deficientes, além disso, estabelecer contratos para empregar tradutores que auxiliem pessoas surdas e cegas nas escolas e universidades.