Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 26/12/2020

No filme “O Aprendiz de Vampiro” da Netflix, há a retratação de uma visita ao Circo de Horrores, onde há apresentações de pessoas com mutações genéticas, expostas as mais diversas críticas e julgamentos. Fora da arte, a realidade é condizente, isso porque o preconceito é estabelecido ao PcD (Pessoa com Deficiência) no Brasil, por meio do capacitismo no campo educacional e profissional.

Primeiramente, é necessário entender que a inclusão social é pilar para a estruturação correta da sociedade e por meio das cotas em instituições escolares, implementadas no governo Michel Temer, bem como, as vagas destinadas aos PcD’s em âmbito profissional, é possível a prática da primeira lei do código civil, que afirma que todos são capazes de possuir seus direitos e deveres ativos.

Mas infelizmente, a negligência da população ainda afeta nos dias atuais, a minoria que vêm conquistando o seu espaço. Isso é, apesar das políticas públicas implementadas para inclusão, os deficientes sofrem a todo momento com superestimações de terceiros, que os julgam como atrasados intelectuais. Levando assim, a danos psicologicamente mais severos e até mesmo irreversíveis como são os impasses depressivos e até mesmo a morte desses indivíduos.

Para resolução desse estorvo, a Administração Pública Federal em conjunto com o Ministério da Educação, deve implementar o decreto, para aprovação em Câmara, solicitando urgentemente, aulas em instituições de ensino, promovendo o conhecimento a cerca das dificuldades e realidades enfrentadas pela pessoa com deficiência. Tornando assim, como Hobbes afirmava, o contrato social promotor da paz, ratificando o preconceito, estourando a bolha dos participantes do Circo de Horrores e viabilizando a vida justa para todos.