Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 27/12/2020

Na antiga Esparta, nós temos que nasciam com alguma deficiência eram mortas. Analogamente, atualmente, essa barbárie não ocorre mais, porém, essas pessoas portadoras “defeitos” ainda fazem parte das minorias sociais. Nessa ótica, é necessário analisar os desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil, com maior destaque um legado histórico e à ausência de políticas públicas.

A princípio, surge como um grande desafio nesse combate um legado histórico, o qual foi “enraizado” por décadas. Sob esse viés, as pessoas com deficiência ao longo da história do país, pelo menos até o final do século 20, foram tratadas de forma inferior a qualquer outro cidadão comum, por exemplo, tem-se a origem do uso das palavras aleijado, cego e autista utilizados como “xingamentos”. Outrossim, isso ganhou força com a teoria da Eugenia, uma qual foi muito difundida na nação e tinha por base uma supremacia de certo grupo de humana e que uma restante, os “defeituosos” ou inferiores, incluídos os “apagados”.Dessa maneira, somente após vários anos, esse quadro só começou a ser alterado de fato com a conquista de alguns direitos inseridos na Constituição de 1988, mas, mesmo assim, o problema ainda persiste até os dias atuais.

Nesse sentido, como as únicas medidas feitas para combater o capacitismo foi a criação de leis, porém, nada foi feito para mudar a mentalidade da população. Assim, por o Estado não procurar conscientizar os cidadãos sobre essa temática que envolvem as pessoas com deficiência, esse problema ainda persiste na sociedade. Sob essa ótica, por conta dessa do governo a luta que não fazem parte das minorias para que sejam tratados de fato como as pessoas e não uma categoria inferior é dificultada.

Portanto, visto os desafios para o combate ao capacitismo no Brasil, algo deve ser feito a respeito. Logo, cabe ao Ministério da Cidadania conscientizar os cidadãos por meio de palestras que mostrem-os o que é, como identificar e combater essa postura preconceituosa ou violenta, para que os portadores de deficiência deixem de ser parte das minorias.  Dessa forma, caso isso seja feito esse problema estrutural pode ser solucionado.